às
15:06
,
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A cada mágoa, a cada perdão,
é capaz de trazer incertezas.
E cada vez mais o coração vai se
despedaçando.
Até que chega um momento
que não haja mais qualquer sentimento.
Postado por Aislin
às
15:05
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às
14:53
,
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Ao sair da escola, costumava pegar ônibus para sua casa, e nele seguir seus pensamentos.
Mari adorava pensar em como tudo era tão esplêndido,
pensava também no que as pessoas estariam pensando.
Cada vida diferente, os compromissos, as dificuldades.
Pensava até no porque estariam ali.
Essa menina contemplava as diversas culturas que haviam em sua cidade,
como dizia Machado de Assis, permito-me a chamar Mariana de Curiosa e Inexplicável.
Que de fato, cabia-lhe perfeitamente.
Ao entrar no automóvel, procurou-se sentar o mais próximo da porta, como sempre.
Sentou-se numa cadeira que era no final do ônibus e também o centro dele,
onde dava uma visão panorâmica, e podia ver de longe todo o percurso.
Com suas manias de sempre, destinou-se a reparar nas pessoas que estava ao seu redor.
Ao seu lado esquerdo havia um pobre homem, que mais aparentava ser um mendigo. Com seus cabelos grisalhos, um tanto grande. Possuía umas bolsas grandes verdes, sua roupa não era limpa, usava um casaco verde no tom de musgo, bem larga, e uma calça com alguns furos, de cor marrom. Era notável que não tomava banho há alguns dias, seu odor era facilmente detectado.
Mari não conseguia tirar os olhos daquele senhor,
ela tinha muitas curiosidades e gostaria de fazer muitas perguntas ao velho, como por exemplo a sua história e lições aprendidas. Gostaria de saber alguma lição como forma de aprendizagem. Sempre pensara que as pessoas de mais idade teriam aprendido bastante com a vida.
Entretanto, sua timidez era um outro problema, e não deixara ela matar sua dúvida. E como pensou !
que queria ser mais astuta e sem vergonha e ter mais coragem para seguir nas coisas
que tanto lhe agradava.
Mari adorava pensar em como tudo era tão esplêndido,
pensava também no que as pessoas estariam pensando.
Cada vida diferente, os compromissos, as dificuldades.
Pensava até no porque estariam ali.
Essa menina contemplava as diversas culturas que haviam em sua cidade,
como dizia Machado de Assis, permito-me a chamar Mariana de Curiosa e Inexplicável.
Que de fato, cabia-lhe perfeitamente.
Ao entrar no automóvel, procurou-se sentar o mais próximo da porta, como sempre.
Sentou-se numa cadeira que era no final do ônibus e também o centro dele,
onde dava uma visão panorâmica, e podia ver de longe todo o percurso.
Com suas manias de sempre, destinou-se a reparar nas pessoas que estava ao seu redor.
Ao seu lado esquerdo havia um pobre homem, que mais aparentava ser um mendigo. Com seus cabelos grisalhos, um tanto grande. Possuía umas bolsas grandes verdes, sua roupa não era limpa, usava um casaco verde no tom de musgo, bem larga, e uma calça com alguns furos, de cor marrom. Era notável que não tomava banho há alguns dias, seu odor era facilmente detectado.
Mari não conseguia tirar os olhos daquele senhor,
ela tinha muitas curiosidades e gostaria de fazer muitas perguntas ao velho, como por exemplo a sua história e lições aprendidas. Gostaria de saber alguma lição como forma de aprendizagem. Sempre pensara que as pessoas de mais idade teriam aprendido bastante com a vida.
Entretanto, sua timidez era um outro problema, e não deixara ela matar sua dúvida. E como pensou !
que queria ser mais astuta e sem vergonha e ter mais coragem para seguir nas coisas
que tanto lhe agradava.
Postado por Aislin
às
09:13
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